Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Receita de queijo frescal vegano

Receita aqui

Queijo frescal vegano
Ingredientes:
  1. 1 xícara de chá de castanha de caju cruas e sem sal demolhadas por 8 horas
  2. 1 e 1/2 xícara de chá de água filtrada
  3. 1 limão
  4. 1 colher de chá de sal
  5. 1 colher de sopa de gelatina agar-agar
  6. 1 e 1/2 colher de sopa de polvilho azedo
Modo de preparo
  1. Depois de deixar as castanhas demolhadas por 8 horas, escorra a água. Coloque num liquidificador as castanhas com a água filtrada e bata até ficar cremoso e toda castanha triturada.
  2. Adicione o polvilho, o sal, o suco de um limão e o agar-agar e bata novamente.
  3. Leve ao fogo baixo e mexa, enquanto a mistura vai engrossando e soltando da panela. Quando levantar fervura, continue mexendo por mais 2 minutos.
  4. Coloque num recipiente preferencialmente de vidro, e com a ajuda de uma colher ajuste para não ficar espaços, e para a superfície ficar lisa.
  5. Deixe na geladeira por pelo menos 3 horas.
Observações
  1. - Esse queijo tem durabilidade de 10 dias na geladeira.
  2. - Depois que desligar a panela você pode adicionar as ervas de sua preferência, como orégano, para dar um gostinho a mais no queijo.
 Nesse meu, quando desliguei o fogo, ainda na panela, acrescentei 1 colher de sopa de orégano, para dar um sabor a mais.
A gelatina de agar-agar que eu usei foi essa aqui, que tem em cada sache a medida exata de uma colher de sopa: 
agar
É queijo fresquinho, caseiro e saboroso… Hmmmmmm
Bom apetite!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

O que está errado?




 A África vende os grãos que produz para a pecuária e mata a população de fome.

Oitenta por cento dos grãos são produzidos para alimentar animais que vão para o para abate . E florestas são derrubadas para o plantio dos grãos.
Os grãos que alimentam a pecuária salvariam a vida de todos que estão morrendo de fome.
E a carne é vendida para os países ricos.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Vinte e sete mil bovinos saíram do Porto de Santos rumo à Turquia

Fonte: Vista-se



Na cidade de Santos desde a manhã desta segunda-feira (4) batendo de porta em porta do Poder Judiciário com um maço de documentos embaixo do braço, o ativista George Guimarães, presidente da ONG VEDDAS, tentou barrar o maior navio de transporte bovino do mundo.

O navio está no centro das notícias sobre animais nos últimos dias por se tratar de uma megaoperação que envolve 27 mil bovinos. Para entender melhor o caso, leia o que já publicamos a respeito (leia aqui).
Os 27 mil bovinos nasceram no sul do Brasil e foram trazidos para o estado de São Paulo há aproximadamente 50 dias. Durante os últimos 5 dias, eles foram trazidos do interior do estado para o Porto de Santos por mais de 300 carretas em viagens de mais de 600 km. Uma operação logística sem precedentes.
A intenção de George, como ele explica em sua página no Facebook (veja aqui), era impedir que o navio saísse, para causar prejuízo financeiro às empresas envolvidas. “O objetivo obviamente não é pedir por melhores condições para o transporte, mas sim a proibição da atividade, causando assim prejuízo às empresas importadoras e exportadores e, desse modo, tornando não lucrativa a prática.” – explicou George.
Salvar esses animais, infelizmente, seria praticamente impossível. Tanto pela quantidade de animais (obviamente não há tantos santuários), quanto pelos trâmites legais. “O destino desses 27.000 indivíduos sencientes é certo, seja no Brasil ou no exterior. O que podemos fazer é, pelas vias legais, impedir essa etapa adicional de tortura e tornar a atividade menos lucrativa ou inviável para os que poderiam vir depois.” – completou George.
Infelizmente, o intento de George e de outros ativistas que o ajudaram não teve êxito. O navio saiu do Porto de Santos exatamente às 18 horas desta segunda-feira (4). Foram despachados para a Turquia, onde serão mortos segundo as leis do abate Halal, que diz que o animal precisa ser morto ainda consciente com uma faca bem afiada, entre outras regras. É um tipo de abate religioso.
A viagem dos 27 mil bovinos brasileiros até a Turquia, onde serão assassinados, será de aproximadamente 15 dias. O que resta é foco no Poder Judiciário para que os próximos embarques, programados para janeiro, não aconteçam. A movimentação judicial vai continuar.
Se a viagem realmente durar o tempo programado, os animais deverão chegar à Turquia no dia 19/12/2017, data bem próxima das comemorações de Natal.
Em vídeo, George explica o sentimento de ver o navio partir:

Abate Halal

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Tenha um Feliz Natal sem Mortes!

O ser humano não tem paz porque não deixa os outros seres da criação divina em paz...

 Que o Natal seja uma verdadeira festa de amor, paz e compaixão. 




sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Culturas diferentes


Mas a crueldade e sofrimento são os mesmos...
Por que a foto do cão comove e a do porco não?
Ambos são animais e a ciência comprova que o porc é mais inteligente do que um cachorro
Isso é compaixão seletiva


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Abram os olhos! Carnes impróprias para consumo!

Abcesso sendo drenado em touro

Abram os olhos!
Nunca se viu tantos casos de câncer, que aumentam a cada dia no mundo!
A indústria da carne, além de maltratar os animais e tratá-los como mercadoria  e não seres sensientes, injeta hormônios, produtos químicos  e antibióticos sem critérios e o resultado é isso...
E ainda há médicos  que não atualizam seus currículos, não leem, não pesquisam e nem estudam,  e continuam pregando que carne é essencial à saúde. Pelo contrario,  é  prejudicial!
Além da gordura, tem muitas drogas e até pus embutidos na carne, e quem consome acaba ingerindo produtos que vão causar graves doenças..
Por que as meninas estão desenvolvendo mamas aos sete anos e iniciam seu ciclo menstrual cada vez mais cedo? São os hormônios que utilizam para engorda rápida do animal.

Pensem nisso!

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Receita caseira de salsichas vegetarianas


Preparação de salsichas veganas Emoticon smile
RECEITA de Daniele Lippert
2 xícaras de PTS hidratada
2 sachês de caldo de legumes
1 cebola
3 dentes de alho
3 colheres de sopa de azeite
5 colheres de sopa de farinha de trigo
3 colheres de sopa de polvilho doce
Água até dar o ponto
Sal, pimenta, colorífico (para dar a cor avermelhada), páprica picante e ervas a gosto
Fumaça líquida (não usei, nem sei onde comprar, mas deve ficar muito bom por causa do sabor defumado)
Bater tudo no liquidificador ( melhor no processador que não liquidifica)   até virar um creme (não pode ficar muito líquido, tem que ser cremosinho mesmo). Colocar em saquinhos de sacolé e amarrar a ponta. Cozinhar os "sacolés" na água por 15 minutos e congelar. Quando estiver completamente congelada, tire o plástico e prepare.
Sugestões de preparo:
a) cortar em tiras finas e fritar em fogo bem baixo com um fio de azeite;
b) colocar em um refratário, regar com um molho da sua preferência, cobrir com papel alumínio e assar no forno;
c) colocar palitos de churrasco, embrulhar em papel alumínio e assar na churrasqueira como salsichão.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Um tipo de carrapato está causando alergia à carne vermelha em várias pessoas

Foto do carrapato Lone Star: Flickr/Elizabeth Nicodemus
Quem,diria! Um carrapato a serviço do vegetarianismo/veganismo!

Carrapato

Centenas de pessoas nos EUA têm passado mal após comer carne vermelha. O culpado pode ser um… carrapato: médicos apontam o Amblyomma americanum – ou carrapato Lone Star – como o vilão.
Diversos casos na Costa Leste e no Sul dos EUA são bastante parecidos: a pessoa leva uma mordida do pequeno aracnídeo, come um hambúrguer ou bife dias depois e, passadas algumas horas, tem uma reação alérgica com coceiras por todo o corpo.
Os bichos carregam um açúcar que os humanos não têm, chamado alfa-galactose. Ela também é encontrada na carne vermelha —bifes, porco, cordeiro, coelho — e em alguns produtos do dia a dia. Geralmente, quando encontrada em alguma comida, ela é digerida sem problemas.
Mas a mordida de um carrapato dispara uma resposta do sistema imunológico e, naquele estado de alerta, o corpo percebe o açúcar transmitido para a corrente sanguínea da vítima como uma substância estranha, produzindo anticorpos contra ela. Isto prepara a reação alérgica para a próxima vez que a pessoa comer carne vermelha e encontrar o açúcar.
O Lone Star — que leva esse nome por causa do apelido do estado do Texas — é considerado o culpado, já que é um dos tipos mais comuns nas regiões onde os casos ocorreram. No entanto, alergologistas acreditam que ele não é o único que pode disparar a alergia, já que casos parecidos foram relatados em outros países – o Lone Star é encontrado principalmente nos EUA.
As reações são tratadas com anti-histamínicos ou, nos casos mais graves, epinefrina. Os anticorpos parecem diminuir com o tempo, mas especialistas ainda não sabem se a alergia passa com o tempo. Se não passar, os carrapatos terão conseguido o que as recomendações médicas e os amigos vegetarianos sempre tentaram: fazer você deixar de comer carne. [NBC New York via IFLScience]

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Quer mesmo salvar a Amazônia? Pare de comer carne!

Salve a Amazônia!

Artigo escrito por João Meirelles Filho* e Mariana Buoro** foi originalmente publicado pela revista multimídia Página 22, suportada pelo centro de estudos em sustentabilidade da FGV-EAESP e referência no mercado editorial brasileiro no tema da sustentabilidade. Veja reprodução abaixo ou versão original aqui.


Como civilização humana, até agora, priorizamos proteínas de alto impacto socioambiental - a questão é que o planeta não tem mais espaço para a produção deste tipo de proteína em um mundo cada vez mais populoso
Foto: Como civilização humana, até agora, priorizamos proteínas de alto impacto socioambiental – a questão é que o planeta não tem mais espaço para a produção deste tipo de proteína em um mundo cada vez mais populoso

Na luta pela conservação das condições de vida humana no planeta, mesmo um tema mais abstrato como o impacto dos combustíveis fósseis nas mudanças climáticas é compreendido pela maioria. Difícil é relacionar escolhas pessoais de consumo com a destruição ambiental. É reconhecer que nosso próprio prato contém alimentos que ameaçam nossa sobrevivência. No entanto, precisamos encarar que a agropecuária é a grande responsável por mudanças no uso da terra, desmatamento e queimadas, com emissões de gases tão representativas quanto as de fontes de energia não renováveis [WRI, 2016].
Se há forte movimento de entes públicos, empresas e cientistas sobre as alternativas à queima de combustíveis fósseis, a discussão sobre a nossa dieta e suas consequências ainda é pífia [CHATTAM H., 2015]. São raros os estudos que contabilizam o impacto das decisões de consumo alimentar, em especial das proteínas de origem animal [LAMB et alii, 2016]. Em verdade, como civilização humana, até agora, priorizamos as proteínas de alto impacto socioambiental, e raros consumidores sabem disto.
O aumento de renda, urbanização, e expansão de novos hábitos alimentares modificou radicalmente nossa dieta. Cada vez mais, substituem-se porções significativas de grãos por carnes e laticínios.
O alarme soou em 2006, quando a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) concluiu que a produção de carnes contribuía com 18% das emissões globais de gases de efeito estufa (GEE). Como a demanda continua a crescer, será preciso duplicar a oferta em menos de 50 anos, o que deve piorar o índice. Metade das áreas férteis do planeta é ocupada pela pecuária e para a produção de rações para animais, exaurindo-se possibilidades de usos diversificados da terra. A questão, portanto, não se restringe à  agenda de vegetarianos, religiões, ou em defesa de animais. É o planeta que não tem mais espaço para a produção de proteínas de alto impacto [FAO, 2006 e 2009].
O alto gasto de água (a produção de 1 kg de carne bovina exige 15,5 toneladas de água) resulta em produtos animais contribuindo com mais de um quarto da pegada hídrica da humanidade [HOEKSTRA et ali., 2008]. A ineficiência na conversão alimentar de energia das carnes exige altos insumos de ração e pasto (um terço dos grãos do mundo é para alimentação animal, e 90% da soja brasileira). Insistir no modelo atual de produção de carnes e laticínios ameaça a segurança alimentar planetária, especialmente dos mais pobres. Ao destinar metade das terras para carne (ou ração), deixaríamos de atender as demandas proteicas para dois terços da população mundial que já são excluídos do acesso a carne e a laticínios por falta de recursos.
O Brasil, embora grande vilão, não se mostra preocupado com isso e se esforça em se consolidar como o líder mundial de proteínas animais. Por aqui, graça a ideia que a pecuária e os grãos para ração são o motor da economia [SILVA NETO & BACHI, 2014]. Porém, este setor é altamente ineficiente e arcaico, ocupa cerca de 30% do território, ou 2,4 milhões de quilômetros quadrados, enquanto nem sequer produz 8% do PIB e gera poucos empregos, a maioria informal. A pecuária bovina sozinha é responsável por 62% das emissões de GEE do País [BARRETO, 2015].
Rediscutir a dieta – um tabu?
Se os impactos da proteína animal são devastadores, por que o apelo pela contribuição popular com o meio ambiente restringe-se a recomendações pueris como “separe o lixo” e “tome banhos curtos”? Por que a mídia, a academia e mesmo os ativistas não discutem a dieta do brasileiro e do planeta? O que justifica a manutenção do aparente “foro privilegiado” de que goza a pecuária no Brasil?
Curiosamente, o brasileiro se coloca como um dos povos mais preocupados com o ambiente e mudanças climáticas [LEISEROWITZ, 2007; PEW 2015]. Entretanto, a maioria de nós não toma decisões racionais baseadas no conhecimento sobre o impacto socioambiental do consumo e de suas consequências às próximas gerações.
Está na hora de buscarmos proteínas de baixo impacto socioambiental e baixo custo econômico, que promovam geração de emprego e renda, igualdade, bem estar humano e animal, e possibilidade de sobrevivermos neste planeta, com impacto altamente positivo para a saúde humana e o clima [SPRINGMAN, 2016].
Discutir abertamente o problema é o primeiro passo. A questão precisa estar no currículo escolar, na pesquisa científica, na mídia (por que a moda de programas de TV culinários ainda não tocou no problema?). Precisamos de indicadores acessíveis e honestos que nos informem sobre o impacto socioambiental do que comemos. Assim, com mais acesso à informações e ao debate, quem sabe não tomamos melhores decisões de consumo consciente?
* Escritor e empreendedor social, é diretor do Instituto Peabiru. Milita na questão do impacto da carne há 30 anos. 
** Formada em Relações Internacionais, é colaboradora no Instituto Peabiru.